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Disbiose Intestinal. O intestino influencia muito mais que a digestão.

  • Foto do escritor: priscila azevedo
    priscila azevedo
  • 14 de abr.
  • 1 min de leitura

Quando falamos em disbiose intestinal, muitas pessoas pensam apenas em diarreia, constipação ou dor abdominal.

Mas, no autismo, o impacto do intestino vai muito além dos sintomas digestivos.


Um intestino em desequilíbrio pode manter o organismo em estado constante de inflamação. Esse processo interfere na

produção e no funcionamento de neurotransmissores, na absorção de nutrientes e na comunicação entre intestino e cérebro.

O resultado pode aparecer como agitação,irritabilidade, dificuldade de foco, alterações no sono e aumento das crises.


O mais desafiador é que, em muitas crianças, esses sinais são silenciosos. Nem sempre há dor evidente ou queixa verbal. O

corpo apenas reage, e o comportamento acaba sendo a forma de comunicação.


Como nutricionista, sempre observo que, quando começamos a cuidar do intestino de forma adequada, o corpo responde. A criança tende a ficar mais regulada, o sono melhora e o comportamento se torna mais previsível ao longo do tempo.

No autismo, tratar a disbiose não é detalhe. É parte essencial do cuidado.


Você já percebeu mudança no comportamento quando o intestino do seu filho não estava funcionando bem?

Compartilhe com alguém que ainda olha só para o comportamento.


 
 
 

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